Complexo de paraíba.
Outro dia, um amigo me dizia que na Paraíba temos a mania de diminuir os feitos dos outros. "Fulano é campeão mundial porque só tinha três disputando" ou "Só ganhou porque Sicrano não foi ou estava machucado". Ora, qual é o problema? Aqueles eram os melhores na categoria ou as circunstâncias da vitória não tiram qualquer brilho da disputa, desde que haja lisura. Escrevo isso porque fiquei feliz da vida nessa segunda-feira quando li a coluna de Stalimir Vieira no Jornal da Paraíba de 10/12/2006. Relatava a bela performance da Três Comunicação no Festival Gazeta, realizado há poucos dias.
Nota 10!
Impressionou o júri do Festival Gazeta de Publicidade, promovido pela Rede Gazeta de Alagoas, o alto nível das peças da Três Comunicação, de João Pessoa. De tudo o que vimos – Bruno Landi (diretor de arte da DPZ), Cássio Zanatta (diretor de criação da Almap/BBDO) e eu – o material da agência paraibana foi, disparadamente, o mais criativo e de melhor qualidade de produção. Pelo menos o que a Três inscreveu no festival não fica devendo nada para as boas agências de São Paulo.
O autor! O autor!
A supremacia da qualidade criativa da paraibana Três Comunicação despertou o interesse dos paulistas do júri na identificação do profissional que estava fazendo a diferença. Pergunta daqui, pergunta dali, descobriu-se que se trata de um criativo de São Paulo, Eduardo Cury, quem, aliás, enviou e-mail simpaticíssimo para a coluna. Ele compõe uma das três duplas de criação da agência.
Uma pequena correção apenas a fazer na segunda nota. Na verdade, Edu Cury é o diretor de criação da agência. Gente, vamos perder o complexo de paraíbas e aplaudir a Três e toda sua equipe.
Nota 10!
Impressionou o júri do Festival Gazeta de Publicidade, promovido pela Rede Gazeta de Alagoas, o alto nível das peças da Três Comunicação, de João Pessoa. De tudo o que vimos – Bruno Landi (diretor de arte da DPZ), Cássio Zanatta (diretor de criação da Almap/BBDO) e eu – o material da agência paraibana foi, disparadamente, o mais criativo e de melhor qualidade de produção. Pelo menos o que a Três inscreveu no festival não fica devendo nada para as boas agências de São Paulo.
O autor! O autor!
A supremacia da qualidade criativa da paraibana Três Comunicação despertou o interesse dos paulistas do júri na identificação do profissional que estava fazendo a diferença. Pergunta daqui, pergunta dali, descobriu-se que se trata de um criativo de São Paulo, Eduardo Cury, quem, aliás, enviou e-mail simpaticíssimo para a coluna. Ele compõe uma das três duplas de criação da agência.
Uma pequena correção apenas a fazer na segunda nota. Na verdade, Edu Cury é o diretor de criação da agência. Gente, vamos perder o complexo de paraíbas e aplaudir a Três e toda sua equipe.


10 Comments:
Gostei de ler essa matéria aí!!Valeu!!
Clap! Clap! Clap!
É assim que um mercado anda: quando as pessoas deixam de lado a mediocridade e passam a aceitar que a culpa pelo mercado ruim é da preguiça daqueles que fazem o mercado, da preguiça de começar a mudá-lo.
e o resto da equipe? Dadadu, Bruno, etc. Edu é só o maestro, não acham?
Prezado Zé, obrigado pela citação.
Concordo com você: o bom trabalho deve ser enaltecido sempre. Quem produz qualidade constrói mercado, colabora na formação de bons profissionais, enfim, faz a diferença.
Quanto ao resto da equipe, a citação não se deu por absoluta ignorância deste colunista. Portanto, justiça seja feita na lembrança do nome de todos.
Um abraço.
Stalimir
Muito bom saber que a publicidade paraibana tem se destacado. Existe um rótulo de que aqui nada é bom por falta de verba, de maiores investimentos ou investidores, como queira. Claro q se a verba é maior se pode ter melhores produções e assim um risco de fazer algo ruim diminui. Porém, o que a citada Três Comunicação ta mostrando é q se é possível "tirar leite de pedra", com criatividade, pura criatividade. Parabéns a todos que fazem a Três, ao Edu Cury e sua maravilhosa equipe de criação. Todos estão de parabéns!!
Esse último só pode ser max ou o próprio edu, não acham?
Por que só poderia ser deles? Pelo fato de nenhum paraibano ser capaz de reconhecer o mérito alheio?
Engraçado, nós pernambucanos, somos taxados de megalomaníacos (rsrsrsrs)...os paraibanos deveriam seguir nosso exemplo.
Fabíola, para vencer na Paraíba, você tem que acreditar em você mesmo, trabalhar duro e jamais esperar qualquer tipo de elogio ao seu trabalho. Na verdade quanto melhor for você, mais se sentirá sozinho, isolado e foco da inveja dos outros. É triste mas é verdade.
Prezado Zé, há uma mensagem para os leitores que se habituaram ao Moído da Semana no Jornal da Paraíba no endereço:
www.omoidodasemana.blogspot.com
Abraço.
Stalimir
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